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É o quarto cancro mais frequente no homem. Manifesta-se mais uma vez por sangue na urina (visível ou na análise). É também muitas vezes um achado no decurso de ecografia feita por outras razões. Tem habitualmente o formato de um pólipo no interior da bexiga. O sangue na urina ou urinar com sangue devem ser tomados sempre como um cancro do aparelho urinário até que se prove o contrário. Isto é, que não se detecte um tumor pelas análises e exames habituais. Em simultâneo ou após isto devem ser tratadas outras causas eventualmente encontradas mas sem perder de vista aquela hipótese. Uma grande maioria dos cancros da bexiga tratam-se com uma combinação de cirurgia transuretral (remoção do tumor com um aparelho que se introduz na bexiga através da uretra), e aplicação de substâncias na bexiga que diminuem a probabilidade de a doença voltar. O doente fica em vigilância apertada mesmo nos tumores menos agressivos. Cerca de 15% dos casos de cancro da bexiga obrigam à remoção completa da bexiga sendo habitualmente “confeccionada” uma bexiga nova com um segmento de intestino que isolamos do trânsito alimentar e reconstruímos de forma a ter uma forma de esfera. Quando o cancro da bexiga metastiza (se espalha para fora da bexiga) ou não é completamente removível é possível tratar com quimioterapia e radioterapia. Também neste tipo de cancro o diagnóstico precoce é crucial.
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